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Proteção da pintura: cera automotiva, polimento ou cristalização?

Quem é apaixonado por carro não costuma medir esforços para cuidar bem do seu patrimônio, seja para se sentir bem com o aspecto do veículo ou até pensando na sua valorização em uma possível venda.

Um dos modos de conservá-lo é incluir os cuidados com a pintura na manutenção preventiva do automóvel. Mas aí vem a dúvida sobre qual procedimento adotar: cera automotiva, polimento ou cristalização?

Neste artigo, vamos mostrar em que consiste cada procedimento, suas vantagens e um comparativo que vai auxiliar você na hora de escolher qual o melhor para o seu veículo. Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

Cera automotiva

O enceramento é indicado para todos os veículos, porém, é mais recomendado em automóveis novos, seminovos ou que tenham sido repintados. Isso se deve ao fato de a cera ter um potencial pequeno de eliminação de riscos e manchas.

Por ter um baixo custo, o sucesso do serviço dependerá muito não só da experiência de quem aplica, mas também da procedência do material que será utilizado. Ceras de qualidade muito baixa tendem a proteger o automóvel por menos tempo.

No caso de produtos de boa procedência, a proteção pode se estender por até um ano. Por isso, é bom se atentar a esse fator. Outra boa dica é observar a aplicação do material, verificando se o profissional tem o cuidado de proteger as superfícies rugosas do carro (frisos e para-choques, por exemplo).

Polimento

O polimento, uma das técnicas mais antigas conhecidas pelos motoristas, é o procedimento mais indicado para veículos que necessitam dos seguintes reparos:

  • manchas na pintura;
  • riscos leves e até profundos;
  • queimaduras de sol;
  • marcas de dejetos de pássaros;
  • carros que foram repintados;
  • pinturas que não têm mais o mesmo brilho.

Esse método é realizado por meio de uma massa abrasiva e politrizes em um número alto de rotações. Dependendo da situação, uma “lixa d’água” pode ser usada nos casos de manchas e sujeiras mais difíceis de serem removidas. Porém, isso deve ser feito com muito cuidado, pois o procedimento pode retirar parte do verniz da tinta.

O polimento deve ser feito mais cuidadosamente em carros de cores escuras — preto, azul-marinho, marrom e chumbo, por exemplo —, pois é mais difícil conseguir um resultado satisfatório.

Apesar de deixar o veículo com cara de novo, os especialistas recomendam utilizar a técnica com moderação, pois o excesso de abrasivos pode prejudicar a pintura do automóvel. O mais indicado é que seja feito, no máximo, três vezes durante a vida útil do carro.

Cristalização

A cristalização — também conhecida como espelhamento —, uma novidade no mercado automotivo nos últimos anos, garante maior durabilidade ao verniz original do carro. Além disso, sua aplicação realça o brilho da pintura do automóvel.

É feita por meio de uma resina protetora — bem semelhante à cera — que é aplicada diretamente no verniz do veículo, oferecendo mais proteção contra pequenos danos externos. Antes de ser realizado, o carro passa por uma limpeza para a retirada de sujeiras e ainda um leve polimento para remover pequenos riscos e manchas.

O procedimento é indicado, principalmente, para veículos com alguns anos de uso, mas sua aplicação também é possível em automóveis novos caso o proprietário queira inová-lo.

Em resumo, enquanto a cera automotiva é mais indicada para automóveis com a pintura mais conservada, o polimento é mais focado em pequenos reparos que ajudam a recuperar a cor. Já a cristalização, deve ser usada para aumentar a durabilidade do verniz e do brilho do automóvel.

Agora que você já conhece a diferença entre cera automotiva, polimento e a cristalização, fica muito mais fácil decidir qual procedimento adotar para deixar seu veículo sempre em boas condições e com uma aparência que possibilite manter um bom preço de mercado caso queira vendê-lo ou trocá-lo.

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